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CAMPANHA 13 CASAS. QUANTO PODE OCORRER EM UM ANO?

A Campanha “13 Casas” completa um ano! Nestes 12 meses a Campanha tem crescido desde uma única casa em Little Rock, Arkansas (EE. UU.) a 37 projetos em 28 países. E isso é só o começo! Esperamos que 24 novos países se somem nos próximos meses. 

Há um ano, lançamos a Campanha para mudar a vida de 10.000 pessoas sem lar em todo o mundo em 3 ou 5 anos. Desde que nosso primeiro beneficiado, Vicente, se mudou à sua nova casa em Little Rock, mais de 3.200 pessoas tem recebido alojamento graças ao trabalho conjunto dos diferentes ramos da Família Vicentina. 

Se está construindo ou se planeja construir mais de 500 casas. Algumas são para vítimas de desastres naturais, como em Ruanda e Guatemala; outras, para trabalhadores migrantes, como em Nova Zelandia; ou para prover melhor alojamento a habitantes de bairros informais, como na India. Porém, nem todos os projetos das 13 Casas implicam construir edifícios ou nesta quantidade. Na Espanha e Colombia os vicentinos têm criado serviços de assistência aos mais pobres dos pobres vivendo na rua; em Perú, apoiam aos refugiados venezuelanos que fugiram de seu país.

À medida que seguimos adiante, continuamos firmes nos valores e objetivos com que começamos, e queremos que haja pelo menos um projeto em cada um dos 150 países onde a Família Vicentina está presente. Se quer unir-se à Campanha com um novo projeto, ou contribuir com o Fundo de Solidariedade que apoia os que necessitam de financiamento, visite nossa página web e faça contato conosco.

No ano passado, os vicentinos da Campanha “13 Casas” tem conseguido muito. Ajude-nos a conseguir muito mais e a seguir mudando a vida de mais pessoas sem lar em todo o mundo. Una-te à Campanha “13 Casas”!

Extraído do Boletim 04 da FHA.
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A NOITE SEM LAR

Em 7 de dezembro, gente de todo o mundo se uniu em um grande ato de solidariedade com as pessoas que não tem outra escolha a não ser dormir na rua. De Los Ángeles a Londres, de Nova Delhi a Manila e Brisbane, as pessoas dormiram na rua por uma noite para conscientizar sobre a escalada global da falta de moradia e para arrecadar fundos que as organizações que apoiam as pessoas sem lar necessitam. 

Apesar de que uma única noite não se pode comparar com o sofrimento das pessoas que tem que dormir na rua, bancos, edifícios abandonados ou outros lugares inseguros, ajuda a visibilizar este problema social. Para resolvê-lo, todos devemos trabalhar juntos, colaborando para prover soluções práticas e lutar por mudanças.

Durante a noite, numerosos membros da Família Vicentina tomaram parte, fieis ao seu inquebrantável compromisso com os pobres. Equipe da Universidade DePaul dormiu fora em Chicago, DePaul Ucrania e seus colaboradores suportaram o frio em Járkov e em Londres e a equipe da FHA fez voluntariado durante a noite, oferecendo chá e conversa. 

As milhares de pessoas que dormiram do lado de fora nesta noite demonstraram que existe uma grande compaixão pelas pessoas sem lar em todo o mundo, e que as pessoas estão conscientes e preparadas para unir-se ao nosso esforço para acabar com a falta de moradia.

Extraído do Boletim 04 da FHA.
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FAÇAMOS FALAR EM 2020!

2020 será um ano crucial para fazer que fale a gente sem lar. Em fevereiro, pela primeira vez em toda sua história, a ONU publicará um informe sobre a falta de moradia escrito pelo Secretário-geral. 

É uma oportunidade para começar uma estratégia global de luta contra a falta de moradia, uma oportunidade que devemos aproveitar. Agora mesmo, não há nenhuma estratégia. Os outros grandes problemas sociais se combatem de forma global em alguma medida. Porém, não a falta de moradia. De fato, os países não se colocam de acordo sequer como definir este conceito. E tão pouco se define de forma global. Agora mesmo na ONU, as pessoas sem moradia não só são ignoradas, elas não são sequer números. 

Você pode pensar, “E aí?”. Bem, isso importa. Nos impede acabar com a falta de moradia. Como pode resolver um problema sem conhecer sua dimensão? Qualquer estratégia credível deve basear-se em bons dados e informações. Assim se podem desenhar programas que respondam sistematicamente às necessidades encontradas. Podemos identificar lacunas e ajudar a mais gente. Podemos fazer que os governos reavaliem os números sobre seus progressos. A medição é fundamental. 

Entretanto, como medir um problema sem entender qual é? Por isso necessitamos uma definição. Quando os países acordarem o que é a falta de moradia em linhas gerais, poderemos nos empenhar em medi-lo. 

As Nações Unidas têm o poder para acordar a definição e a medição. A ONU assegura que mede a pobreza global, porém como pode medir a pobreza sem medir sua manifestação mais visível, a falta de moradia? 

Para isso, nós da Aliança Internacional da Família Vicentina pelas Pessoas sem Lar, junto com o Instituto de Sinhogarismo Global e o Grupo de Trabalho das Nações Unidas para acabar com a falta de moradia, lançamos a campanha “Façamos falar”. Levaremos a voz e a experiência das pessoas sem moradia às grandes salas da ONU. Teremos uma carta aberta, assinada por ONGs e especialistas, onde diremos que, efetivamente, definição e medição são as bases de uma estratégia global. Uma estratégia que a ONU deve liderar. Durante a campanha também será lançado um livro coeditado pelo nosso coordenador Mark McGreevy sobre a falta de moradia e a Doutrina Social da Igreja. 

É fácil separar o olhar de algo que não podemos ver, porém a falta de moradia (e sua forma mais extrema, que é na rua) é diferente. É evidente e chamativo. Está diante de nós, em uma esquina, em uma estação de trem, nas escadarias de uma Igreja. A falta de moradia é pessoal. Não se manifesta em uma estatística, conceito ou imagem, se não em uma pessoa de carne e osso. Uma pessoa que muitas vezes te pede diretamente ajuda. 

E, ainda assim, estas pessoas tem sido ignoradas pela ONU. Até agora. Esta é nossa oportunidade de começar uma estratégia global. Visite makeuscount.com para mais informações e para saber como participar.

Extraído do Boletim 04 da FHA.
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